quarta-feira, 7 de junho de 2017

Um dia de importantes vitórias

PETROS VAI COBRAR DA PETROBRÁS
OS GASTOS COM AÇÕES JUDICIAIS

Nesse dia 7 de junho obtivemos importantes vitórias que nos alegraram muito e nos deram a convicção de que estamos no caminho certo.
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A primeira e importante notícia é que o Conselho Deliberativo da Petros aprovou a determinação à Diretoria Executiva da Fundação para que seja mensurada e cobrada a dívida referente ao Contingente Judicial. Ou seja, a Petros, pela primeira vez em sua história irá cobrar da Petrobrás o regresso judicial das ações em que a companhia é condenada solidariamente com a Petros nas ações movidas pelos participantes e assistidos.
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O valor financeiro referente a essas contingências judiciais foi calculado em quase R$ 4 bilhões ao final do exercício 2016. E a Petros deverá ainda calcular e cobrar da Petrobrás os valores atuariais que irão se apresentar em função dessas contingências. Além disso, devem entrar na conta o gasto enorme que a Fundação tem com advogados e escritórios que precisam ser contratados para acompanhar essas ações judiciais.
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Essas cobranças têm sido objeto de iniciativas dos conselheiros eleitos da Petros que mantém independência dos governos e dos partidos políticos. E estão entre as recomendações do Conselho Fiscal da Petros, que há 14 anos recomenda a rejeição das contas da Fundação, sendo que nos últimos quatro anos por unanimidade.
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Essa vitória deverá refletir no plano de equacionamento do déficit técnico do Plano Petros do Sistema Petrobrás, que deverá entrar em pauta nesse segundo semestre de 2017 no Conselho Deliberativo da Petros.
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Ficamos felizes de ver que nosso trabalho, árduo e persistente, não tem sido em vão. Mas a luta continua pela cobrança de todas as dívidas da Petrobrás para com o nosso plano. Vamos em frente! Quem não acreditou nesse trabalho obstinado dos últimos 14 anos será beneficiado por ele também!


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DEBATE NA PETROS: TODOS OS CANDIDATOS DEFENDEM A COBRANÇA DAS DÍVIDAS DAS PATROCINADORAS E A MAIORIA ESMAGADORA É CONTRA A CISÃO DO NOSSO PLANO
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Outra importante vitória foi o debate entre os candidatos aos conselhos da Petros que foi pela primeira vez promovido na Fundação. Além da inciativa ampliar a transparência nesse processo, o que é importante para ajudar a todos nós na hora de votar, houve uma característica muito importante. TODOS os candidatos se manifestaram pela cobrança das dívidas da Petrobrás. A maioria se posicionou para que essa cobrança seja realizada antes do equacionamento do plano. Isso significa que nossa principal proposta (A COBRANÇA DAS DÍVIDAS DA PETROBRÁS E DA BR PARA COM O NOSSO PLANO) ganha força entre participantes e assistidos.
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Outra proposta que defendemos e mereceu o apoio da maioria dos candidatos foi CONTRA A CISÃO DO PLANO, que apenas a FUP insiste em dividir participantes e assistidos. Mas temos confiança que a amplitude do apoio contrário à cisão possa nos ajudar a evitar esse golpe contra participantes.
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Por último, mas não menos importante a falácia da independência de alguns candidatos ficou muito clara ao final dos debates. Não há independência na representação nos conselhos e na gestão da Petros. Ou se está a serviço das patrocinadoras, ou se está a serviço dos participantes e assistidos.
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Trazer para gerir a nossa Fundação "profissionais" do mercado significa cometer o mesmo erro dos últimos 14 anos, em que a Petrobrás fez as nomeações políticas dos simpatizantes da FUP nos cargos de gestão da Petros e eles não defenderam os interesses de participantes e assistidos, mas sim os interesses do mercado.
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Nessa luta os conselheiros tem que estar lado a lado com as organizações sindicais e associativas dos participantes e assistidos da Petros, por que a Petrobrás não vai pagar suas dívidas sem muita luta de todos nós.
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Achamos que os nossos candidatos (Agnelson Camilo e Ronaldo Tedesco) foram muito bem nos debates, ao Conselho Fiscal e ao Conselho Deliberativo, mas a sua opinião é que importa. Veja o debate no site da Petros a partir dessa sexta-feira.
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E, entre os dias 12 e 26 de junho, vote nas chapas 43 e 52 para que nossa luta tenha continuidade na Petros!

4 comentários:

  1. Quanto ao Debate dos Candidatos ao Conselho Deliberativo, também fiquei satisfeito com a unanimidade pela cobrança das dívidas da Patrocinadora e com a convergência de Candidatos em vários aspectos.
    Curioso que um Candidato que se apresentou como o "rei da cocada preta" jurídica sequer conhecia o Estatuto da Instituição para cujo órgão máximo concorre. Isso ficou claro com a sua defesa de contratação de Diretores de mercado.
    Ora, nosso Estatuto exige que dois Diretores sejam Participantes/Assistidos com mais de dois anos de participação, como escolher esses dois no mercado?
    Esse mesmo Candidato "rei da cocada preta" foi alvo de dois direitos de resposta contra ele aprovados pela Comissão Eleitoral durante o Debate.
    O primeiro foi o concedido pelo "rei" ter dito que era o Candidato mais intelectualmente preparado, quanta arrogância vazia ...
    O segundo foi quando disse que o Candidato Tedesco apesar de se dizer qualificado deixou de cumprir suas obrigações com relação aos déficits técnicos apurados na Petros nos anos de seu mandato no Conselho Fiscal.
    Meu Deus! Quanta ignorância sobre o papel do Conselho Fiscal na governança ... Sugiro que tome umas boas aulas com seu suplente, do que ele entende, mas é o vice do "rei" ...
    Quero aproveitar a oportunidade para defender a eleição de Diretores pelos Participantes/Assistidos:
    - primeiramente quero desmistificar o fato de que eleição seja sinônimo de incompetência e/ou falta de conhecimento técnico. Isto pode ser facilmente resolvido por exigências documentais e/ou provas que garantam um patamar mínimo de conhecimento.
    - foi citado no Debate que diretor de investimento deve vir do mercado e ser remunerado pelo rendimento que obtiver nos investimentos. Ora, a literatura comercial internacional recente aponta vários casos de manipulações nas empresas para gerar falso crescimento, mas aumento verdadeiro de bônus para os CEOs.
    Tive oportunidade de conversar durante o Debate com um dos Candidatos a quem expus meu raciocínio do risco de termos um homem de mercado que gere um lucro fabuloso no seu breve mandato (o mandato da Diretoria na Petros é de um ano), vá embora com seu gordo bônus e tenha destruído nossa carteira de longo prazo. O compromisso dos Diretores com a perenidade do Plano tem que ser permanente, não só por um ou dois mandatos, assim têm que necessariamente ser Participantes/Assistidos.
    Alguém tem dúvida que temos dentro das nossas Patrocinadoras e entre nossos Assistidos pessoas com capacidade e honestidade suficientes para exercerem essas funções na Petros?
    Eu não tenho a menor dúvida, e defendo fortemente isto. Exemplifico: por várias vezes temos visto após a Lava-jato apresentações de Comissões Internas de Apuração mostrando uma série de falhas de governança, e quando se cobra a responsabilização do funcionário responsável, ele já não é mais funcionário. Temos que criar uma estrutura estável que tenha tempo para responder pelos seus atos. A valorização do pessoal próprio é fundamental.
    Bem, isso é o pouco que lembro. Depois de rever o Debate gravado talvez tenha alguns outros comentários.
    Abraços a todos do
    Silvio Sinedino.

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  2. Claro,cada um com o seu quadrado,pois quem pariu "Matheus,que o embale",arre égua,sô!!!
    Valeu!!!
    genivalog26@gmail.com

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  3. Claro,cada um com o seu quadrado,pois quem pariu "Matheus,que o embale",arre égua,sô!!!
    Valeu!!!
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