segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ataques aos Pós-82 mostram falta de contra-argumentos técnicos à proposta dos Conselheiros Eleitos

A Petros divulgou na sexta-feira,  dia 08 de outubro, seu Boletim Eletrônico número 59, fazendo críticas e ataques à nossa Planilha de Simulação.
Melhor faria se usasse sua energia e capacidade técnica, que é paga por nós, para, por exemplo, fazer os estudos atuariais que nossa proposta de fim do limite de contribuição para os "Pós-82" exige e que a Petros, apesar de decisão do Conselho Deliberativo, até hoje não executou!
LERDEZA PROPOSITAL - É lógico que por trás dessa aparente lerdeza está o interesse político de enfraquecer o Plano Petros BD. Eles sabem que nossa proposta de fim de limite de contribuição para os "Pós-82" é econômica e atuarialmente viável. Não o fosse já a teriam contestado com argumentos atuariais. Sabem também que o fim desse limite inviabilizaria a opção pelo BPO, que de todo modo, pela sua flagrante ilegalidade já é questionado na Justiça.
PLANILHA ARTESANAL - Quanto às críticas à Planilha, repetimos o que temos dito: não se propõe a ser um cálculo exato e sim uma aproximação, e todos os erros identificados foram imediatamente corrigidos e divulgados.
E não será diferente dessa vez: havia erros na Planilha quanto ao cálculo do BPO que era subestimado em função da forma com que estávamos descontando o valor do benefício do INSS, e na projeção dos recebimentos futuros que, tanto para o Petros-2 quanto para o Petros BD, não estava levando em consideração as contribuições devidas no período de benefício e pensão. Erros esses que já estão corrigidos na versão 'v22' da Planilha e na versão 'v14' das Instruções de Preenchimento.
Outros erros alegados como o da exigência de carência de 5 anos já estava corrigido por ERRATA desde 15/09, e o de diferença dita fixa entre idade de Participante e seu cônjuge depende de informação do Participante e não de cálculo da Planilha.
DUAS INFORMAÇÕES PREOCUPANTES - Agora, duas informações existentes no Boletim trazem preocupação: uma quando reclama que não levamos em consideração a taxa de risco do Petros-2, que no momento é zero e não há previsão para seu cálculo futuro, o que, obviamente, deveria ser de conhecimento dos técnicos da Fundação.
A outra, mais grave, é tentar confundir o Participante ao dizer que poderá haver aumento do benefício vitalício por rendimento do Petros-2 após a aposentadoria. O Regulamento do Petros-2 é bem claro quanto a isso, o beneficio vitalício do Petros-2 é calculado no momento da aposentadoria em função do acumulado na conta individual do Participante e na expectativa de vida deste e de seus benefíciários para pensão. A partir daí, esse benefício vitalício só é reajustado anualmente pelo IPCA.
É claro que o Petros-2 continua a render após a aposentadoria, mas como é próprio dos Planos de benefício definido, em que se torna o Petros-2 após a opção pelo benefício vitalício, esse rendimento não resulta em reajuste do benefício, que será corrigido pelo previsto no Regulamento, como já citado, o IPCA. Diferentemente do nosso Petros BD que corrige os benefícios pelo reajuste da ATIVA.
Os Companheiros da Lista dos "Pós-82" são testemunhas do esforço com que vimos encaminhando a Luta dos "Pós-82" e a boa-fé com que temos nos empenhado em esclarecer os Companheiros sobre os malefícios da repactuação e do BPO, bem como temos defendido sim a desrepactuação.
QUEREMOS DEBATER NOSSAS PROPOSTAS - Contamos com o apoio dos Companheiros pela justeza dos nossos objetivos e desafiamos a Direção da Petros para um debate público sobre essas questões, que bem poderia passar na TV Petros.
No Boletim da Petros só sua Diretoria Executiva se manifesta, impedindo o contraditório. Será falta de argumentos?
Por favor, continuem a enviar correções/sugestões para sinedino@yahoo.com e ajudem-nos repassando essas informações às suas listas pessoais.

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