Estamos destinando cópia por email para os mesmos que
receberam como eu a mensagem abaixo transmitida pelo grupo yahoo
frentenacionalpetroleiros.
Não sei se os destinatários receberão este nosso comentário,
pois podemos não estar nesses grupos cadastrados e, por essa
razão solicito, por gentileza, que retransmitam para os mesmos
esta mensagem.
A informação prestada pelo presidente da Petros mencionada na
mensagem abaixo, referenda o que os Conselheiros Deliberativos e
Fiscais da Petros - Eleitos por indicação do CDPP tem escrito e
constam do Blog dos Conselheiros - conselhopetros.blogspot.com.br
Ou seja:
1) A existência de deficit técnico do tipo conjuntural - cujo valor estima-se ser provocado em em cerca de 40% pela situação econômica do país e cerca de 45% pelo impacto decorrente do juste reajuste atrasado dos assistidos repactuados e não repactuados que não demandaram em juízo, ou tenham ações ainda não transitadas em julgado, referentes aos ganhos reais obtidos nos ACT de 2004,2005 e 2006, desde que aceitem o acordo oferecido - em nada interfere no demonstrado no fluxo de caixa referente aos pagamentos presentes e futuros dos benefícios em manutenção e é um déficit técnico de possível recuperação no curto ou médio prazos, dependendo de cobranças por aportes devidos e pelo resultado das mudanças realizadas a realizar no perfil dos investimentos.
2) Isso porque, embora equivocadamente , divulguem esse deficit como sendo "rombo" que induz a falta de caixa, ele é apenas técnico e funciona como um indicativo de necessidade de atenção e em determinadas circunstâncias ainda vigentes como de necessários ajustes. É proveniente do uso de premissas atuariais passiveis de realização ou não, que induz a alguns a ideia de falta de caixa. O que é uma inverdade, visto que déficit técnico não é, nem nunca foi, déficit de caixa, ou não representa no curto, médio, e no nosso caso no longo prazo, ausência de caixa suficiente para cobrir os compromissos do Plano. Afirmações contrárias são totalmente equivocadas e geram incertezas desnecessárias.
3) No voto em anexo, pelo qual não aprovamos pela 12ª vez as Demonstrações Contábeis e a gestão da Petros, consideramos irreal o deficit técnico apurado por duas razões básicas: a primeira porque discordamos das provisões matemáticas apresentadas, visto que não aceitamos as premissas usadas para o calculo das provisões matemáticas; e a segunda porque as dívidas das patrocinadoras com o PPSP não cobradas pelos Administradores da Petros, se realizadas, elevam o patrimônio do Plano em nível suficiente para, mesmo ajustando para maior a provisão matemática, como comprovamos, deve produzirá superavit técnico e não déficit como o demonstrado.
Há investimentos mal realizados? Sim, eles existem e para a apuração e punição dos responsáveis as medidas por nós solicitadas, aprovadas pelo Conselho Deliberativo e implementadas, em conjunto com as que a Petrobras determinou a realização, também, umas já concluídas e outras em investigações, irão indicar responsáveis para responderem na forma da Lei.
Com relação a realização de prejuízos relativos à provisões constantes das demonstrações analisadas, estão em processo de recuperação judicial com possibilidade de êxito em grande parte. Portanto, falar em prejuízo somente quando esgotarem os recursos para recuperação.
Os Conselheiros Deliberativos e Fiscais indicados pelo CDPP em todos esses 12 anos, fizeram constar em seus pareceres os motivos da não aprovação das contas e gestão, apontando as não conformidades constatadas, não sendo, portanto, isso nenhuma novidade.
As únicas novidades agora são as consequências de problemas em alguns investimentos relevantes em decorrência das investigações apuradas pela Operação Laja Jato e cujo equacionamento a atual Diretoria da Petros está empenhada nas soluções e os Conselheiros mencionados no acompanhamento.
Entretanto, a existência de R$ 9 bilhões comprometidos pela Petrobras em decorrência de acordo parcial em ação civil pública, não são computados no total dos investimentos ora realizados e contabilizados, poderão ser acrescidos de valor igual, caso o restante da dívida ainda em discussão nos autos da ação civil pública avance favoravelmente, ou de outra forma, como através de um Ajuste de Conduta a ser feito entre as patrocinadoras do PPSP e a PREVIC.
Neste ajuste pode-se conseguir o mesmo resultado ao obtido com o que foi realizado na década de 90 com a Reserva a Amortizar (dívida similar).
O necessário é a união de forças que se faz no momento para salvar a Petrobrás. Esta mobilização deve ser conduzida também para eliminar essa pendência com a obtenção desse possível ajuste de conduta e equacionar mais amplamente o PPSP.
Possível é, pois que já foi forma idêntica realizada com sucesso, embora a composição de forças fosse outra. Basta todos trabalharem nessa direção e não se aterem a convicções pessoais que não estão servindo para solução.
Paulo Brandão
Conselheiro Deliberativo da Petros
21-987640030
ptbrandao70@gmail.com
http://conselhopetros. blogspot.com.br
Ou seja:
1) A existência de deficit técnico do tipo conjuntural - cujo valor estima-se ser provocado em em cerca de 40% pela situação econômica do país e cerca de 45% pelo impacto decorrente do juste reajuste atrasado dos assistidos repactuados e não repactuados que não demandaram em juízo, ou tenham ações ainda não transitadas em julgado, referentes aos ganhos reais obtidos nos ACT de 2004,2005 e 2006, desde que aceitem o acordo oferecido - em nada interfere no demonstrado no fluxo de caixa referente aos pagamentos presentes e futuros dos benefícios em manutenção e é um déficit técnico de possível recuperação no curto ou médio prazos, dependendo de cobranças por aportes devidos e pelo resultado das mudanças realizadas a realizar no perfil dos investimentos.
2) Isso porque, embora equivocadamente , divulguem esse deficit como sendo "rombo" que induz a falta de caixa, ele é apenas técnico e funciona como um indicativo de necessidade de atenção e em determinadas circunstâncias ainda vigentes como de necessários ajustes. É proveniente do uso de premissas atuariais passiveis de realização ou não, que induz a alguns a ideia de falta de caixa. O que é uma inverdade, visto que déficit técnico não é, nem nunca foi, déficit de caixa, ou não representa no curto, médio, e no nosso caso no longo prazo, ausência de caixa suficiente para cobrir os compromissos do Plano. Afirmações contrárias são totalmente equivocadas e geram incertezas desnecessárias.
3) No voto em anexo, pelo qual não aprovamos pela 12ª vez as Demonstrações Contábeis e a gestão da Petros, consideramos irreal o deficit técnico apurado por duas razões básicas: a primeira porque discordamos das provisões matemáticas apresentadas, visto que não aceitamos as premissas usadas para o calculo das provisões matemáticas; e a segunda porque as dívidas das patrocinadoras com o PPSP não cobradas pelos Administradores da Petros, se realizadas, elevam o patrimônio do Plano em nível suficiente para, mesmo ajustando para maior a provisão matemática, como comprovamos, deve produzirá superavit técnico e não déficit como o demonstrado.
Há investimentos mal realizados? Sim, eles existem e para a apuração e punição dos responsáveis as medidas por nós solicitadas, aprovadas pelo Conselho Deliberativo e implementadas, em conjunto com as que a Petrobras determinou a realização, também, umas já concluídas e outras em investigações, irão indicar responsáveis para responderem na forma da Lei.
Com relação a realização de prejuízos relativos à provisões constantes das demonstrações analisadas, estão em processo de recuperação judicial com possibilidade de êxito em grande parte. Portanto, falar em prejuízo somente quando esgotarem os recursos para recuperação.
Os Conselheiros Deliberativos e Fiscais indicados pelo CDPP em todos esses 12 anos, fizeram constar em seus pareceres os motivos da não aprovação das contas e gestão, apontando as não conformidades constatadas, não sendo, portanto, isso nenhuma novidade.
As únicas novidades agora são as consequências de problemas em alguns investimentos relevantes em decorrência das investigações apuradas pela Operação Laja Jato e cujo equacionamento a atual Diretoria da Petros está empenhada nas soluções e os Conselheiros mencionados no acompanhamento.
Entretanto, a existência de R$ 9 bilhões comprometidos pela Petrobras em decorrência de acordo parcial em ação civil pública, não são computados no total dos investimentos ora realizados e contabilizados, poderão ser acrescidos de valor igual, caso o restante da dívida ainda em discussão nos autos da ação civil pública avance favoravelmente, ou de outra forma, como através de um Ajuste de Conduta a ser feito entre as patrocinadoras do PPSP e a PREVIC.
Neste ajuste pode-se conseguir o mesmo resultado ao obtido com o que foi realizado na década de 90 com a Reserva a Amortizar (dívida similar).
O necessário é a união de forças que se faz no momento para salvar a Petrobrás. Esta mobilização deve ser conduzida também para eliminar essa pendência com a obtenção desse possível ajuste de conduta e equacionar mais amplamente o PPSP.
Possível é, pois que já foi forma idêntica realizada com sucesso, embora a composição de forças fosse outra. Basta todos trabalharem nessa direção e não se aterem a convicções pessoais que não estão servindo para solução.
Paulo Brandão
Conselheiro Deliberativo da Petros
21-987640030
ptbrandao70@gmail.com
http://conselhopetros.
Petros acumula déficit de R$ 6,2 bi em 2014
A Petros, fundo de
pensão dos funcionários da Petrobras, acumulou déficit
de R$ 6,2 bilhões ... resultado negativo após cinco
superávits. O presidente da Petros, Henrique Jäger,
destacou que, do total ...R$ 2,9 bi se refere ao acordo
de niveis... referente a 2004, 2005 e 2006, fixado em
acordo de ...
Henrique Jäger,
destacou que apenas o “acordo de níveis”, um reajuste
dos benefícios de aposentados e pensionistas do Plano
Petros Sistema Petrobras (PPSP) referente aos anos de
2004, 2005 e 2006 ...
A
Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, acumulou déficit
de R$ 6,2 bilhões em 2014. É o segundo ano consecutivo de déficit. Em
2013, ele foi de R$ 2,4 bilhões, o primeiro resultado negativo após
cinco superávits
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