O Conselho Fiscal da Petros deu parecer unânime (clique aqui para ver o parecer) recomendando
a rejeição das contas da entidade pelo segundo ano consecutivo.
As razões desta rejeição: a utilização do fundo
administrativo dos planos de benefício dos petroleiros para a manutenção administrativa
do multipatrocínio da Petros; a recusa da contratação de auditorias externas
para verificar os valores que foram retirados do fundo administrativo e para
verificar os valores que compõem a dívida contratada das patrocinadoras para
com os planos dos petroleiros; e a constituição de Fundo Previdencial no valor
de R$ 2,9 Bilhões sem cobrança à patrocinadora.
Ressalvou ainda a precificação do Fundo Litel (de ações da
VALE), cuja auditoria independente considerou a possibilidade de uma
superavaliação de quase R$ 1 Bilhão.
Foram enfatizadas questões relacionadas ao atraso no
cronograma de recursos do FIP SONDAS; a avaliação dos investimentos na INVEPAR
e Norte Energia; aos expurgos inflacionários relacionados às OFNDs; a situação
patrimonial dos Planos Petros do Sistema Petrobras (PPSP) e Petros Ultrafértil,
cujas insuficiências patrimoniais, nos montantes de R$ 6.193.130 mil e R$
239.625 mil, representam 9,44% e 20,44%, respectivamente, estarão sujeitas a
equacionamento caso o referido déficit se mantenha no próximo exercício, no
caso do PPSP, e até o final do Exercício de 2015, no caso do Plano Petros
Ultrafértil; a investigação da Petrobras extensiva à Entidade; inquérito da
Polícia Federal; ajuste do cálculo dos contratos pré-70 etc.
Os conselheiros eleitos mantém a exigência da cobrança, por
parte da diretoria da Petros de dívidas da patrocinadora Petrobrás e ressalvaram
a questão do não reposicionamento dos Fundos Individuais de Retirada dos
participantes dos Planos Petros Copesul e Petros PQU.
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