segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A Decisão do STF e a correção dos benefícios dos assistidos da PETROS


Conforme foi amplamente noticiado, o Supremo Tribunal Federal decidiu pela correção de aposentadorias a partir de entendimento quanto ao teto dos benefícios. Segundo o noticiado, seriam alterados valores de aposentadoria cujos benefícios teriam sido concedidos entre 1995 e 2004 como decorrência do novo teto de aposentadorias trazido pela Emenda Constitucional nº 20.
Em função disto, encaminhamos, os conselheiros eleitos Paulo Brandão e Ronaldo Tedesco, duas mensagens ao Presidente do Conselho Deliberativo da PETROS. A primeira solicitando os seguintes esclarecimentos:
a)                 Qual o número de aposentados que se encontrariam nessa situação de revisão, na Fundação Petros, discriminados por Planos de Benefícios.
b)                 Quais os impactos possíveis nos planos do Sistema Petrobrás, particularmente no que se refere ao novo teto a partir da EC/20, seja em relação ao teto do INSS, seja em relação à suplementação da Fundação Petros, e se há contingentes com direitos diferenciados no universo de assistidos.
c)                  Quais as providências possíveis de adoção pela Fundação visando facilitar a aplicação do novo entendimento mais favorável ao assistido.
d)                 Quais os prazos prescricionais que envolvem o tema, discriminando-se por ações judiciais possíveis.
e)                 Quais os impactos relativos à EC 41/03, e se já há definição do STF relativa ao tema, ou seja, à adoção de um segundo teto de benefícios.
f)                   Se há algum impacto relativo ao tema no que se refere ao custeio da Fundação.
Ainda sem uma resposta por parte da Presidência do Conselho, solicitamos a deliberação do Colegiado, em face da importância que este assunto representa para os participantes assistidos, sobre o constante do item 13 da Reunião 449, de 26 de outubro de 2011, que estava pautado apenas para conhecimento dos conselheiros e tratava do mesmo assunto. Neste item, a diretoria da PETROS informava que providência já estava tomando diante do reajuste de benefícios de acordo com o entendimento do STF.
Em nosso pedido consta o seguinte:
Com a adoção do entendimento pelo STF relativo ao teto de aposentadorias trazido pela Emenda Constitucional nº 20, indaga-se quanto às adequações de aposentadorias e seus suplementos.
Veja-se que houve “repactuação” no caso Petros, em procedimento que está subjúdice. É sustentado em mandado de segurança específico que não poderiam ser alteradas as regras após a aposentadoria, e que as regras devem ser aplicadas de forma uniforme a todos. O tema não teve, ainda, julgamento de mérito.
De qualquer sorte, esse procedimento ocorreu já no ano de 2007. A emenda constitucional nº 20, no entanto, é de 1998 e a Emenda Constitucional nº 41 é do ano de 2003.
É dito pela Fundação Petros que os chamados “repactuantes” não sofreriam alteração da sua suplementação de aposentadoria; que os não repactuantes, no entanto, teriam sua suplementação a cargo da Petros reduzida, ao tempo que seria aumentado retroativamente o valor a cargo do INSS como consequência da elevação do teto previdenciário oficial.
Segundo a tese exposta pelo jurídico da Petros, portanto, haveria RETROAÇÃO da situação jurídica DE FORMA DIFERENCIADA dentro de um continente que, à época, pertencia ao mesmo plano. Tanto em 1998 quando em 2003, pois, havia apenas um plano, um contingente. Ora, necessariamente o tratamento a ser dado é um só. Admitindo-se, ad argumentandum, como válida a repactuação — e não é válida por afronta direta ao artigo 68, parágrafo único, da Lei Complementar nº 109 — ter-se-á sua vigência a partir do ano de 2007, ao tempo que a aplicação dos tetos se deu em 1998 e 2003. Veja-se o artigo —
Art. 68. As contribuições do empregador, os benefícios e as condições contratuais previstos nos estatutos, regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência complementar não integram o contrato de trabalho dos participantes, assim como, à exceção dos benefícios concedidos, não integram a remuneração dos participantes.
§ 1º Os benefícios serão considerados direito adquirido do participante quando implementadas todas as condições estabelecidas para elegibilidade consignadas no regulamento do respectivo plano.
Na época, todos pertenciam ao mesmo plano. A aplicação de regras diferentes, portanto, atenta contra a necessária isonomia, ao mesmo tempo em que faz com que cada contingente passe a representar peso diferente no acesso às reservas da entidade. Veja-se, a propósito, a Lei Complementar nº 109 —
Art. 17. As alterações processadas nos regulamentos dos planos aplicam-se a todos os participantes das entidades fechadas, a partir de sua aprovação pelo órgão regulador e fiscalizador, observado o direito acumulado de cada participante.
Parágrafo único. Ao participante que tenha cumprido os requisitos para obtenção dos benefícios previstos no plano é assegurada a aplicação das disposições regulamentares vigentes na data em que se tornou elegível a um benefício de aposentadoria.
Pertencendo todos, à época, ao mesmo Plano, impossível o tratamento diferenciado. Seria possível, nesse caso, à Fundação reduzir a suplementação para todos, a pretexto de aumento do INSS fruto de legislação de 1998 e 2003? Evidente que não. Aqui, tratando-se de um ato pontual, onde avaliadas apenas as consequências no tempo, há inequívoca prescrição quinquenal a ser aplicada. No primeiro caso, a cinco anos a contar de 1998; no segundo, a contar de 2003. Em  qualquer hipótese, a pretensão de recálculo da Petros esgotar-se-ia em 2008.
Daí, portanto, a necessidade de:
a) o Conselho Deliberativo avocar o tema para si;
b) a partir da presente provocação, seja contratado parecer jurídico externo para subsidiar a atuação do Conselho Deliberativo.
Em função desta mensagem dos Conselheiros eleitos, foi aprovada a contratação de parecer jurídico externo, ao qual estamos aguardando para breve.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Eleições da PETROS


Candidatos do CDPP vencem 2 das 3 vagas em disputa
Mas vitória do candidato Chapa Branca na terceira vaga poderá trazer prejuízos graves aos participantes

As eleições da PETROS se encerraram no final da tarde de quinta-feira, dia 29 de setembro, com um resultado contraditório e do qual precisamos tirar lições.
Os participantes ativos e assistidos da PETROS foram às urnas referendar e consagrar o trabalho realizado pelos Conselheiros Eleitos do CDPP. Nossas candidaturas obtiveram 64% dos votos válidos para o Conselho Fiscal (foram 18.723 de 29151 votos) e 52,5% dos votos válidos para o Conselho Deliberativo (foram 15.939 de 30.340 votos). A chapa dos companheiros Paulo Brandão/Fernando Siqueira obteve 9.170 votos, sendo disparada a mais votada ao Conselho Deliberativo. Foi o reconhecimento dos participantes ao excelente trabalho realizado por estes verdadeiros guerreiros nos dois conselhos da PETROS.
Mas infelizmente, a segunda chapa mais votada foi a CHAPA BRANCA da FUP, que conquistou a outra vaga em disputa. Esta situação só aconteceu por que o Regimento Eleitoral da PETROS é antidemocrático. Permite que o participante dê apenas um voto para decidir os ocupantes de dois cargos em vacância.
Isto é uma excrescência! Quando há eleições para o Senado Brasileiro, com duas vagas em disputa, cada eleitor vota em dois nomes. Na PETROS, só podemos votar em um nome. Assim, uma das vagas é ocupada por uma candidatura que está sendo preterida pelos participantes. Foi o caso da CHAPA BRANCA.
Além deste dispositivo infeliz, a direção da PETROS acabou com o voto por correspondência, prejudicando enormemente os participantes, em especial os assistidos (aposentados e pensionistas), com diversas outras dificuldades (acesso aos computadores, conflitos eletrônicos, greve dos correios etc). Tudo isto afastou os participantes da decisão sobre os destinos da PETROS. Se em 2009 obtivemos 33 mil votantes em 125 mil eleitores, desta feita foram 31 mil votantes em mais de 145 mil eleitores. Baixou a representatividade de 27 para 21% de participantes no pleito por responsabilidade exclusiva da Direção da PETROS.
Com os participantes atendendo ao chamado do CDPP, obtivemos uma votação expressiva – quase o dobro dos votos da CHAPA BRANCA - que demonstra o acerto de nossa atuação e a correção de nossa política de defesa intransigente dos interesses dos participantes. Estivemos perto de vencer ao optar por uma estratégia ousada de efetuar a uma transferência de votos nacional complexa e decisiva para eleger nossos dois candidatos. Não devemos ficar tristes, mas orgulhosos pela lição de união e companheirismo que demos neste processo. Mesmo que alguns não tenham entendido isto, novamente provamos que não há possibilidade de vitória fora da união verdadeira que estamos construindo passo a passo, com paciência e determinação.
Teremos que conviver com a CHAPA BRANCA diretamente no Conselho Deliberativo da PETROS. Tal situação dará conforto para as manobras sistemáticas do atual presidente do Conselho Deliberativo, Diego Hernandes, contra os interesses dos participantes. Mas continuaremos atentos na defesa dos participantes, denunciando cada movimento do Conselheiro CHAPA BRANCA contra os participantes.
Queremos agradecer a todos os companheiros que estiveram juntos conosco para garantir a vitória de nossas três chapas. Graças à vocês, vencemos em duas das três vagas disputadas. E esta vitória expressiva, com o apoio de 60% dos participantes neste processo, não foi nada em comparação com a impressionante unidade que forjamos entre todas as associações de aposentados petroleiros do Brasil, a FENASPE (a Federação Nacional dos Aposentados), o Sindipetro/RJ, a FEDERAÇÃO NACIONAL DOS PETROLEIROS – FNP, a AASPECE/Ceará etc. De norte a sul do país, estivemos UNIDOS DE VERDADE!
Uma unidade verdadeira que possibilitou uma campanha sem precedentes, com uma estratégia nacional que ficou muito próxima de ser consolidada na vitória das três vagas em disputa. Todos os companheiros estão de parabéns e em breve o CDPP deverá se reunir para realizar uma avaliação unitária e estabelecer novos passos nesta caminhada. Nossa união é a nossa arma! 
Atenciosamente,
Ronaldo Tedesco 
Coordenador do CDPP - Comitê em Defesa dos Participantes da PETROS
Celular: (21) 8764-0427

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Ajude a consolidar a vitória dos participantes ativos e assistidos da PETROS


Nesta reta final das eleições da PETROS, queremos reafirmar: UNIDOS DE VERDADE, A PETROS É NOSSA!
Quem ainda não votou - e ainda falta muita gente! - precisa nos ajudar a construir esta vitória. A direção da PETROS está tripudiando com os participantes. Primeiro retirou o voto por correspondência, impedindo assim o direito de votar de muitos participantes, especialmente os assistidos.
Agora, já iniciadas as eleições, muitos participantes sequer receberam suas senhas para votar por telefone, prejudicando aposentados e pensionistas, principalmente.
Tudo para que os candidatos CHAPA BRANCA tenham alguma chance de serem eleitos.
Mas acreditamos que a resposta dos participantes poderá superar todas as tramoias para vencermos novamente. Repetimos: só há uma verdadeira unidade nacional que é a unidade expressa pelos candidatos do Comitê em Defesa dos Participantes da PETROS (CDPP) e defendida pela maioria absoluta das entidades sindicais e associações de aposentados petroleiros. São chapas indicadas por dirigentes de importantes entidades, como SINDIPETRO RJ, FENASPE, FNP, AEPET, AMBEP, entre outras, com os ideais de quem sempre defendeu a PETROS dos ataques neoliberais desde FHC.
UNIDOS DE VERDADE, A PETROS É NOSSA! 

Não esqueça:
Você só poderá votar em uma chapa ao conselho deliberativo (ou 15 ou 23). 
E uma chapa ao conselho fiscal (31).

PARA O CONSELHO DELIBERATIVO, VOTE 15


Paulo Brandão e Fernando Siqueira

PARA O CONSELHO DELIBERATIVO, VOTE 23

    

Clarckson e Marcos André

PARA O CONSELHO FISCAL, VOTE 31

   

Epaminondas Mendes e Emídio

COMO VOTAR?

Para ganharmos as três vagas em disputa, os aposentados do Sul e do Sudeste devem votar nas Chapas 15 e 31.
Os companheiros da ativa em todo o país e os aposentados do Norte e do Nordeste devem votar nas Chapas 23 e 31.
Assim, você estará ajudando os participantes da PETROS a defenderem seus direitos, sem vacilação.

APOSENTADOS E PENSIONISTAS (E TAMBÉM ATIVOS)
Por telefone:
0800-285-0098, ligação gratuita, 24 horas de fixo ou celular. Você terá que informar o nº do seu CPF e, em seguida, a senha do ‘kit de votação’ que a Petros enviará para sua residência. Siga as instruções da gravação até o seu final.
Obs.: Tenha em mãos estes dados e os números do seus candidatos para Conselho Deliberativo e Fiscal.

Pela internet (www.petros.com.br)
Basta informar a Matrícula Petros e a Senha de Participante, a mesma que você utiliza para acessar o Portal Petros ou Empréstimo Pessoal.

Obs.: Será necessário que você confirme uma informação pessoal, podendo ser seu CPF. 

ATIVOS
Acesse a Intranet do Sistema Petrobrás. Os empregados da Petrobrás e subsidiárias poderão votar utilizando a Intranet, usando a sua Chave e o CPF.

Atenção!
» O sistema estará disponível 24 horas, e em caso de esquecimento ou perda da senha, você poderá ligar para a Central de Atendimento da Petros (0800-285-0098) e receberá nova senha.
» O telefone 0800-285-0098 é só para eleição de 16 a 29 de setembro de 2011.

» Se você não sabe a sua senha de Participante do Portal Petros, a mesma para Empréstimo, liga já e peça agora pelo número 0800-025-3545 (Central de Atendimento).

Entre os dias 16 e 29 de setembro, apoie os candidatos que
defendem os participantes ativos e assistidos!

sábado, 17 de setembro de 2011

Eleições da PETROS 2011 já começaram

Ativos, aposentados e pensionistas

UNIDOS DE VERDADE!
Só há uma verdadeira unidade nacional para defender os nossos interesses na PETROS. É a unidade expressa pelos candidatos do Comitê em Defesa dos Participantes da PETROS (CDPP) e defendida pela maioria absoluta das entidades sindicais e associações de aposentados petroleiros. São chapas indicadas por dirigentes de importantes entidades, como SINDIPETRO RJ, FENASPE, FNP, AEPET, AMBEP, entre outras, com os ideais de quem sempre defendeu a PETROS dos ataques neoliberais desde FHC. UNIDOS DE VERDADE, A PETROS É NOSSA! 

Não esqueça:
Você só poderá votar em uma chapa ao conselho deliberativo (ou 15 ou 23). 
E uma chapa ao conselho fiscal (31).

PARA O CONSELHO DELIBERATIVO, VOTE 15


Paulo Brandão e Fernando Siqueira

PARA O CONSELHO DELIBERATIVO, VOTE 23

    

Clarckson e Marcos André

PARA O CONSELHO FISCAL, VOTE 31

   

Epaminondas Mendes e Emídio

COMO VOTAR?

Para ganharmos as três vagas em disputa, os aposentados do Sul e do Sudeste devem votar nas Chapas 15 e 31.
Os companheiros da ativa em todo o país e os aposentados do Norte e do Nordeste devem votar nas Chapas 23 e 31.
Assim, você estará ajudando os participantes da PETROS a defenderem seus direitos, sem vacilação.

APOSENTADOS E PENSIONISTAS (E TAMBÉM ATIVOS)
Por telefone:
0800-285-0098, ligação gratuita, 24 horas de fixo ou celular. Você terá que informar o nº do seu CPF e, em seguida, a senha do ‘kit de votação’ que a Petros enviará para sua residência. Siga as instruções da gravação até o seu final.
Obs.: Tenha em mãos estes dados e os números do seus candidatos para Conselho Deliberativo e Fiscal.

Pela internet (www.petros.com.br)
Basta informar a Matrícula Petros e a Senha de Participante, a mesma que você utiliza para acessar o Portal Petros ou Empréstimo Pessoal.

Obs.: Será necessário que você confirme uma informação pessoal, podendo ser seu CPF. 

ATIVOS
Acesse a Intranet do Sistema Petrobrás. Os empregados da Petrobrás e subsidiárias poderão votar utilizando a Intranet, usando a sua Chave e o CPF.

Atenção!
» O sistema estará disponível 24 horas, e em caso de esquecimento ou perda da senha, você poderá ligar para a Central de Atendimento da Petros (0800-285-0098) e receberá nova senha.
» O telefone 0800-285-0098 é só para eleição de 16 a 29 de setembro de 2011.

» Se você não sabe a sua senha de Participante do Portal Petros, a mesma para Empréstimo, liga já e peça agora pelo número 0800-025-3545 (Central de Atendimento).



Entre os dias 16 e 29 de setembro, apoie os candidatos que
defendem os participantes ativos e assistidos!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Reunião com Almir Barbassa, Diretor Financeiro da Petrobrás

No dia 19 de agosto, próximo passado, os conselheiros eleitos da PETROS estiveram reunidos por mais de uma hora com o Diretor Financeiro da Petrobrás, Sr. Almir Barbassa.
A reunião tratou de assuntos de interesses dos participantes da PETROS, a saber:
1- Contencioso Jurídico da PETROS
A PETROS hoje está assoberbada de processos jurídicos de participantes reivindicando correções de benefícios, cumprimentos de artigos do RPB (ex.: ações dos níveis), entre muitas outras, em função de uma gestão temerária de desrespeito à direitos dos participantes ativos e assistidos.
Os Conselheiros Eleitos observaram que a Petrobrás, como principal patrocinadora, deveria tomar uma atitude imediata, que teria apoio dos Conselheiros Eleitos, no sentido de estancar esta verdadeira sangria dos cofres da Fundação. Para isso, propõem uma busca por um esforço para a quitação administrativa das demandas judiciais.
2- Ações dos Níveis
A perspectiva inegável é que todas as ações de níveis (referente à níveis pagos em 2004, 2005 e 2006 a todos os funcionários da ativa da Petrobrás e não repassados aos assistidos, como manda o artigo 41 do RPB) sejam plenamente vitoriosas. Por isso, a proposta dos Conselheiros Eleitos é que a Patrocinadora Petrobrás busque uma solução administrativa que contemple esta demanda imediatamente para todos os assistidos.
3- RMNR
A questão da RMNR tem duas facetas que devem ser verificadas. A primeira, referente aos assistidos, é idêntica à questão dos níveis, em médio ou longo prazo. Para isto, a Petrobrás deveria buscar também um acordo rápido com os participantes assistidos.
A segunda questão tem a ver com o direito dos ativos em contribuir sobre as parcelas estáveis de seus salários, cujo desconto não está sendo efetuado pela Petrobrás no Plano PETROS do Sistema Petrobrás, mas é feito para o Plano PETROS 2. Na opinião dos Conselheiros Eleitos, tais irregularidades devem ser superadas imediatamente a partir de uma orientação clara da patrocinadora para que o Regulamento do Plano seja respeitado.
4- Pós-82
Os conselheiros eleitos explanaram a respeito da proposta de Fim do Teto de Contribuição dos Pós-82, que estão defendendo e tentando pautar no colegiado do Conselho Deliberativo. Infelizmente os representantes da patrrociandora, através do Presidente do CD se recusam a pautar a discussão. Entramos com uma ação jurídica para obrigar que o tema seja discutido no Conselho Deliberativo da PETROS
5- Fundo Administrativo e Multipatrocínio
A utilização dos recursos financeiros do Fundo Administrativo da PETROS para implantação do multipatrocínio em nossa Entidade, está provocando um enorme prejuízo aos participantes. A maioria dos planos do multipatrocínio são deficitários. É preciso que seja parada esta verdadeira sangria de recursos, proveniente de um Fundo que já acumula mais de R$ 1,2 Bilhões, pertencentes em sua quase totalidade ao PLANO PETROS DO SISTEMA PETROBRÁS.

Além do Diretor Almir Barbassa, esteve presente também o Gerente Jorge Nahas, que é Conselheiro Deliberativo indicado pela PETROBRÁS. Representando os participantes estiveram presentes os Conselheiros Deliberativos Yvan Barretto e Ronaldo Tedesco e os Conselheiros Fiscais Fernando Siqueira e Silvio Sinedino. O Conselheiro Deliberativo Paulo Brandão não pode comparecer à reunião por problemas pessoais.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Manifestação da FENASPE


I - No ano de 2001, durante a tentativa de implantação do PPV, a Petrobrás se comprometeu a aportar recursos na PETROS. Esses recursos foram aportados via NTN série B, indexados pelo IPCA e com rentabilidade de 6% ao ano. À época, as entidades representativas dos petroleiros foram contra, essencialmente pelos seguintes motivos: o primeiro, que os títulos foram recebidos pelo valor de face, e não pelo valor de mercado; segundo, porque um capital imenso era ancorado a 6% ao ano, quando as possibilidades de mercado apontavam para a possibilidade de rentabilidade bem maior. Por fim, que a PETROS se comprometeu a manter esses títulos até o vencimento, ou seja, não poderia vender no mercado secundário, ainda que com deságio e pior porque como a dívida interna do governo é superior a 1,6 trilhões, impagável, havia o perigo de calote. Esse compromisso de quitação apenas a vencimento era parte das condições para poder contabilizar os títulos pelo valor de face, para inflar o valor efetivamente recebido.

II - À época a própria Secretaria do Tesouro Nacional registrou que os títulos recebidos pela Petros por 8 bilhões de reais, e assim contabilizados, na verdade valiam apenas 4,4 bilhões. Evidentemente, contabilizar estes títulos pelo valor de face era uma jogada contábil, mas plenamente aceita pela SPC e com resolução autorizativa do CGPC. De qualquer maneira, a Petros encarteirou estes títulos sem poder negociá-los. No histórico de lesões à Fundação, a “repactuação”, em decorrência do AOR feita no Governo Lula, conseguiu ser ainda pior, porque a Petrobras não entregou títulos e pagará apenas juros de 6% durante alguns anos, sem nunca pagar o principal.

III - Estes títulos do ano de 2001 foram trocados, neste ano, por outros, com diferentes vencimentos. A PETROS calcula suas necessidades de liquidez, para que possa honrar mês a mês as aposentadorias. Não basta apenas ter patrimônio. É preciso, mês a mês, de forma projetada e programada, ter disponíveis os recursos para pagar os benefícios. Esse cálculo complexo normalmente é espelhado na chamada “ ALM – Asset Liability Management”. Ou seja, não basta ter recursos no mercado de ações, ou em renda fixa, ou em imóveis, sem que haja possibilidade de transformar parte disso em recursos líquidos, mês a mês, para honrar os benefícios. A Petros trocou os seus títulos de vencimento 2033, contabilizados pelo valor de face, por outros com diversos vencimentos, inclusive posteriores aos títulos originais. Aqui, não houve o compromisso da PETROS de manter até o vencimento. Daí a contabilização de mercado, não mais pelo valor de face. Passo seguinte, a PETROS vendeu parte destes títulos no mercado secundário, “realizando prejuízo” próximo a 0,6%. Outra parte resolveu manter em carteira porque as necessidades de liquidez apontavam para essa  possibilidade e necessidade.

IV - Em sã consciência, e, evidentemente, analisando-se de boa fé, o preço suportado pela PETROS para dar liquidez àqueles títulos foi absolutamente insignificante: 0,6%. E, com esses recursos comprou expressiva participação acionária na Itausa.

V- O controle acionário de uma empresa, ou parte desse controle, tem um preço a mais em relação ao valor negociado em bolsa. Essas operações são chamadas de “ block trade”, ou seja, a compra e venda em bloco de ações. Daí ser no mínimo ingênuo querer comparar o preço de uma ação avulsa na Bolsa de Valores com o preço pago por cerca de 15% do capital votante da empresa, e que deu direito inclusive a estar presente no Conselho de Administração da Itausa. No máximo essa comparação serve para demonstrar o excelente negócio feito pela Fundação, ou como mero balizamento para calcular o “plus” a ser pago pelo controle acionário ou parte dele.

VI - De outra parte, circulou na internet o argumento de que “ a rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura”. Parece que esqueceram que estão tratando com petroleiros, gente acostumada a pensar e a fazer cálculos. O argumento é esquizofrênico. Neste caso, o prejuízo passado também não é garantia de prejuízo futuro? Assim, as portas estariam abertas para que a Petros aplicasse em ações historicamente deficitárias usando o mesmo argumento esquizofrênico?

VII - Que fique claro: os títulos públicos rendiam IPCA + 6% ao ano. Não raro, a rentabilidade dos grandes Bancos ultrapassa os 20% ao ano. Veja-se mais, sempre na tentativa de deturpar, foi divulgado que a Previ não quis “aumentar sua posição” em ações da Itausa. É claro! A PREVI JÁ DETÉM PARTICIPAÇÃO EXPRESSIVA NAS AÇÕES DA ITAUSA. O texto divulgado, no entanto, tenta fazer confundir, como se a Previ não quisesse ingressar no negócio. Ora, a Previ já está lá há anos! Com assento no Conselho de
Administração, apenas quis manter sua estratégia de diversificação.

VIII - Tenha-se presente que a Itausa e a holding do Banco Itaú, o maior Banco privado nacional. A operação deveria ser motivo de orgulho para a Fundação Petros e seus participantes: 15% das ações com direito a voto passaram a ser de nossa Fundação. Misturar isso com crise internacional e outros argumentos forçados é indício de desespero e pior, demonstra o baixo nível que envolve a disputa pela Fundação. Falar da saúde financeira do Banco Itaú é um absurdo e sequer a crise internacional dá abrigo ao argumento histérico. Em 2008, o Itaú aproveitou-se da crise para comprar o Unibanco. Foi considerado o banco mais sustentável do mundo!

IX - Durante toda luta em defesa do pré-sal para os brasileiros, contra os leilões de nossas riquezas, já esperávamos por agressões, por tentativas de desmoralizar nossas lideranças, no exato estilo praticado pela CIA em todo mundo. É tática antiga a divulgação de falsos dados, falsos estudos, sempre para tentar dividir, para tentar atingir nossas lideranças e enfraquecer nossos ideais. Os petroleiros já conhecem isso e não se deixam enganar.

X - Nossos conselheiros eleitos são homens sérios, honrados. Não são apenas profundamente comprometidos com os participantes e assistidos, com as questões da Previdência Complementar. São lutadores da área do Petróleo, militantes históricos, que não titubearam ao optar por aprovar um excelente negócio em vez de ceder à demagogia fácil. São oposição ao entreguismo e peleguismo da FUP no Governo Lula e no Governo Dilma, mas isso não se confunde com os interesses da Petros e seus participantes.

Fenaspe - Federação Nacional das Associações de Aposentados, Pensionistas e Anistiados do Sistema Petrobras e PETROS – Afiliadas: Aspene/SE, Aspene/AL, Astaipe/Santos, Astape/BA, Astape/RJ, Aepet/RJ,Aepet/BA, Astaul/Santos, Ambep/RJ, Apape/ RJ, Apaspetro/RN

Adelino Ribeiro Chaves
Presidente


FENASPE – Federação Nacional das Associações de Aposentados, Pensionistas e Anistiados do Sistema Petrobras e Petros.
Site: www.fenaspe.org.br email: fenaspe@fenaspe.org.br
Av. Presidente Kennedy, nº 1995 – Sala 501 – Centro – Duque de Caxias – RJ
Telefones: (21) 2671-5263 / 2782 – 8123 Fax: (21) 2672-2848


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Conheça os candidatos indicados pelo CDPP às Eleições PETROS 2011

Eleições PETROS 2011 nos dias 16 a 29 de Setembro

Caros participantes,
A Direção da PETROS acabou com o VOTO POR CORRESPONDÊNCIA para facilitar a vida dos seus candidatos. Mas nós vamos juntos mostrar que A PETROS É NOSSA!
Estamos apresentando as candidaturas de companheiros comprometidos com a defesa dos interesses dos participantes e sem nenhum tipo de compromisso com qualquer Governo, patrocinadora ou partido político. Nosso desafio é garantir a unidade dos participantes da PETROS em defesa dos seus interesses. Ativos e assistidos, repactuados ou não: A PETROS É NOSSA!
Comitê em Defesa dos Participantes da PETROS - CDPP

Chapa de Assistidos ao Conselho Deliberativo

Brandão

Paulo Teixeira Brandão, petroleiro, aposentado, admitido em 1961 na REDUC e em 1972 na Petrobrás Distribuidora. Bacharel em Direito. Autor do livro Em Defesa dos Fundos de Pensão. Na Petros  foi Diretor, Presidente do Conselho Fiscal e atualmente Conselheiro Deliberativo Eleito.

Siqueira

Fernando Siqueira, engenheiro, aposentou-se em 1995. Presidente da AEPET em seu quinto mandato. É o atual presidente do Conselho Fiscal da PETROS e vice-presidente do Clube de Engenharia. Foi Conselheiro Deliberativo eleito. Defende o Plano PETROS do Sistema PETROBRÁS para TODOS.

Chapa de Ativos ao Conselho Deliberativo

Clarckson

Clarckson Messias, sergipano, 54 anos, formado em Ciências Contábeis. Está na Petrobrás desde 1978. Trabalha como Técnico de Contabilidade. É dirigente sindical da Federação Nacional dos Petroleiros - FNP para unir novos e antigos, ativos e aposentados. A PETROS É NOSSA!

Marcos André

Marcos André, 37 anos, participante do Plano PETROS 2, com cinco anos de Petrobrás, é Técnico de Suprimento. Formado em Ciências Contábeis na Federal da Bahia. É acadêmico de Direito. Diretor do SRQP/Bahia luta contra o sindicalismo pelego praticado pelos atuais dirigentes da FUP.

Chapa de Assistidos ao Conselho Fiscal

Epaminondas

Epaminondas de Souza Mendes, trabalha na Petrobras desde 1957. Fundador da Petros. Desde 1989 é dirigente da ASTAPE/BA; Técnico de Máquinas e Motores. É graduado em Teologia. Tem sido suplente de Yvan Barretto como Conselheiro Deliberativo Eleito da PETROS nos últimos 8 anos.


Emidio


Emidio Rebelo Filho, bacharel em Direito, Técnico em Contabilidade, graduado em Administração e Relações Humanas. Entrou na Petrobras em 1956, foi chefe do Setor de Pessoal, da Divisão Administrativa e da Divisão de Relações Industriais da RENOR. Fundador da PETROS, inscrição 005.

Programa das Chapas do CDPP

Trabalhar pelo aperfeiçoamento dos planos de benefícios sem prejudicar direitos coletivos. Manutenção irrestrita dos direitos adquiridos dos ativos e assistidos. Fiscalizar a gestão dos patrimônios individuais e dos coletivos e solidários, visando o cumprimento dos compromissos assumidos com os participantes. Lutar para manter o caráter previdenciário da PETROS. Defesa intransigente dos direitos dos participantes dos planos em retirada de patrocínio. Defesa dos direitos de todos os participantes (repactuantes ou não) do Plano PETROS do Sistema Petrobrás e do Plano PETROS 2. A PETROS É NOSSA!

Comitê em Defesa dos Participantes da PETROS - CDPP